BOATE SUBWAY

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BOATE SUBWAY

Mensagempor DANTE » 02/06/2008 11:08:57

NOME: LUANA

Eram onze horas da noite quando estacionei na Rua do Acre. Saí do carro e inspirei fundo aquele ar coalhado da maresia do Cais do Porto, uma chuva fina me tocava enquanto eu firmava os passos em direção à Flórida.

O cenário incorporava um clima noir, um ritmo cool, era a Noite se formando, ganhando consistência e música...

O bom de se estar sozinho é a oportunidade de se dialogar com aquele velho conhecido misterioso que habita dentro de nós, costumo chamá-lo de Eu, mas ele possui muitos nomes e diversos corpos.

Subo as escadas que dão acesso a Pista da Flórida. Nesse momento, sempre há expectativas sobre o que irei encontrar. Não encontrei muita coisa, a Boate estava cheia, mas nenhuma mulher que dominasse meu olhar, nada que despertasse minha adrenalina.

Fiquei algum tempo sentado, à beira da passarela, admirando as que dançavam ali. Bebi uma cerveja e recordei os áureos tempos daquele lugar, quando era somente uma Boate, os vários shows que assisti, meus casos relâmpagos com algumas Strippers... Outros tempos, outra vida!...

Conversando sem pausa com o meu Eu, decidimos ir embora, tentar a sorte em outras terras.

Novamente, me vi caminhando pela Rua do Acre, agora em direção a Rio Branco, nosso destino seria a Subway.

Dessa vez, desci as escadas, mas a expectativa era a mesma, precisava de uma mulher que incendiasse aquela noite com cheiro de produto inflamável.

A primeira visão que você ganha na Subway é sempre a de um Garçom afoito querendo empurrá-lo para uma das mesas da Boate. Recusei educadamente, pedi um chope e comecei minha ronda pelo ambiente. A princípio, não me entusiasmei, não via nada que pudesse detonar a combustão do meu Desejo...

Eu estava prestes a desistir, voltei ao bar para encarar mais uma dose de álcool, foi quando a vi, encostada no balcão, discreta e linda, loira e sexy. Luana!...

Toda explosão é precedida de um profundo silêncio. Quando meus olhos cruzaram com a presença da Luana, suspendi meu diálogo com o meu Eu e nem mais ouvi a música alta que recheava o lugar. Os únicos pontos que estavam ativos no meu Universo, naquele instante, eram meus olhos, a Luana e o entusiasmo juvenil por ter encontrado a mulher que falava a língua da minha libido.

Descrevê-la é desenhar uma loira, com mais ou menos 1.65m, vestida numa calça jeans justa e blusa bem decotada; um rosto cativante, muito expressivo; cabelos lisos na altura dos ombros; olhos castanhos claros; um corpo perfeito, esculpido em torno de uma cintura fina; seios médios; bumbum arrebitado e pernas grossas.

Ela não se deslocava muito, seu eixo de concentração dentro da Boate é bem próximo ao balcão do bar, apesar de ser muito bonita, tem uma presença discreta.

Precipitei-me em ao seu encontro e fiz o contato. Foi simpática. Ofereci uma bebida, aceitou um chope, fiz a sondagem inicial.

Ela é de Petrópolis, costuma descer somente às sextas-feiras e trabalha exclusivamente na Subway. Foi atenciosa e carinhosa no trato comigo, o valor para estar com ela por uma hora é de R$ 70,00, uma pechincha se tratando da mulher que é. O lugar para o encontro é o Hotel São Bento, do outro lado da rua, em frente à Subway.

A decisão foi tomada, fomos para o Hotel!...

Beijos quentes, debaixo de um chuveiro de água morna, foi o preâmbulo daquela madrugada fria nos termômetros e ardente na lascívia.

Na cama, a leve timidez que ela demonstrou na boate, foi substituída por uma mulher consumida pelos instintos e pela vontade de entrega. Mergulhou num boquete que me fez pairar sobre o Porto, desatou minha âncora e naveguei à deriva pela baía. Um oral de rara qualidade, uma viagem.

Como eu estava à flor da pele, fui rápido como um coelho. Beijei cada pedaço daquele corpo alvo e delicado, me deliciei nos pequenos seios e a coloquei de quatro como o carrasco que ajeita um pescoço na guilhotina.

Eu a penetrei devagar, ela emitia breves suspiros, segurei na sua cintura e iniciei os movimentos numa cadência lenta e ascendente. Ela começou a gemer e pedir mais, pediu que eu batesse em sua bunda, suplicou que eu a chamasse de cachorra. Eu atendia a todos os seus pedidos, mas a síndrome do coelho me avisava que meu gozo chegaria rápido e seria violento, tentei resistir...

A Luana é dessas mulheres que quando ficam de quatro, se empinam toda, fazendo com que as costas tomem uma inclinação de tobogã e a visão daquele dorso nu espelhado em pelos dourados foi o golpe fatal na minha tentativa de prolongar o embate, me entreguei e me desfiz numa ejaculação poderosa que me nocauteou por alguns bons minutos.

Conversamos um pouco e nos despedimos. Fiquei de procurá-la novamente.

Retornando pela Rua do Acre, não havia mais o diálogo com o meu Eu, ele estava adormecido. Minha alma era um Mosteiro imbuído na paz e na serenidade do instinto saciado.

Meu único pensamento era uma espécie de constatação óbvia.

Os dois elementos capazes de trazer a quietude do silêncio ao espírito do homem são as mulheres e uma boa oração. O sexo é a interseção dessas duas substâncias, é a prece que todo homem presta a mulher que está junto a ele, é a transformação de duas unidades num conjunto.

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SHEILA - BOITE SUBWAY - TD

Mensagempor DANTE » 08/06/2008 13:23:18

Poucas visões são mais majestosas do que contemplar um Pôr do Sol à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, ver a água espelhando os raios pálidos, acompanhar aquela imensa esfera de luz se ocultar por detrás das montanhas, é inevitável entrarmos em sintonia com a grandeza daquela paisagem... Gosto de sentir essa energia quando posso. Existe algo de divino nesse instante, algo que nos lança numa viagem interna.

Fiquei sentado, admirando a chegada da noite e refletindo sobre aquilo que nos toca quando dobramos as esquinas do tempo: as opções que fazemos durante a vida, aquelas que determinam nosso caminho.

Após assistir alguns desses filmes de Super-Heróis da Marvel, me fica a impressão de que todos nós somos heróis em potencial. O elemento que nos faz heróis ou homens comuns reside nas nossas escolhas.

- Todo herói tem uma escolha - Citava Tio Ben ao jovem Peter Parker.

A marca que parece ser comum a todos os heróis é a solidão, o dilema entre seguir uma vida comum, alienados e inseridos no meio social em que estão ou assumir o que são, sua natureza heterogênea.

Vivemos num mundo que encolhe, onde as distâncias diminuem; as relações se amplificam, mas se tornam frágeis, quebradiças, virtuais. Nesse mundo interligado por Redes e Cabos, integrado por uma tecnologia cada vez mais apurada, num Planeta que aos poucos se robotiza, decidi experimentar a única aventura que parecia estar ao meu alcance, me deixei levar pelos instintos.

O casamento é uma armadilha que a Natureza prepara contra o Homem, dizia Schopenhauer. Nunca casei, não tive filhos, pago o preço pelas minhas aventuras, vivo só e navego pelos meus instintos, mas não cedo às suas artimanhas.

Os dois impulsos que nos habitam e que me fazem crer serem os mais primitivos são a Fome e o Sexo. A Fome foi domesticada por Fast-Foods e Supermercados, já o Sexo continua sendo um instinto selvagem e indomado.

O Dia civilizou o Homem, mas a Noite ainda permite que sejamos caçadores.

Este relato contém os detalhes do terceiro encontro que tive com Sheila. No primeiro contato, nos conhecemos; no segundo encontro, nos tocamos; no terceiro embate, nos entregamos a sede feroz que seca a boca de quem vaga pela noite, nos bebemos como dois Vampiros que cometem uma simbiose letal.

O cenário é a Praça Mauá e uma boate antiga chamada Subway, foi lá que vi Sheila pela primeira vez...

Uma morena bonita, que transborda sensualidade; não passa de 1,65m; cabelos lisos na altura dos ombros; olhos castanhos; corpo bem desenhado; usava uma blusa amarrada na altura dos seios, barriga à mostra e uma calça jeans justa delineava suas pernas torneadas. A blusa, apertada por um nó de improviso, nos fazia imaginar a perfeição dos seios que encobria.

A Sheila era uma presença que brilhava na penumbra da Boate.

O Maldito anotou o telefone dessa mulher e eu tratei de fazer os primeiros contatos que vieram desaguar nesta narrativa sobre o nosso último encontro.

Passava um pouco das onze horas da noite e eu caminhei pela Rua do Acre até o local do encontro, um quarto no Hotel São Bento. O silêncio era tão profundo que eu podia ouvir minha respiração e o ruído dos meus passos.

A Praça Mauá e a HELP, dois locais de contrastes distintos, se transformaram na minha versão de Fortalezas da Solidão. Sinto uma atração indescritível por esses dois pontos decadentes do Rio.

Subo as escadas do Hotel São Bento, que fica na esquina de uma rua com o mesmo nome, logo no princípio da Rio Branco, pago os R$ 35,00 adiantados pelo quarto e me hospedo para aguardar a chegada de Sheila.

Ela veio linda, num tipo de macacão decotado, seu corpo é feito de sinuosidades tonteiam o mais hábil dos equilibristas, uma mulher magnífica com apenas 18 anos de idade.

Enquanto tira a roupa, ela me informa que poderia passar a noite naquele dia, se eu quisesse, desde que eu estivesse disposto a dar um presente de R$ 150,00. Uma pechincha, diante do porte descomunal da menina. Digo que não me seria possível pernoitar, opto por ficar duas horas com ela, deixo o presente de R$ 120,00.

Nua, ela desfila como uma gata, marchando suave, em direção ao chuveiro. Suas pernas, cobertas por uma penugem dourada de pelos aloirados, quase me hipnotizam. Fico observando seu banho, sorvendo aquele corpo com os olhos, com o pensamento fixo de que eu possuiria mais uma vez aquela maravilhosa mulher.

Ela se enxuga, me abraça e eu sinto os seus seios perfeitos e ainda úmidos comprimirem-se contra o meu peito. Eu a deito na cama e começo a lambê-la, exploro com a língua o seu corpo ainda respingado de água. Ela se contorce levemente, fecha os olhos, murmura palavras como “delícia” e outras que meus ouvidos não traduzem.

Chupo seus seios ao mesmo tempo em que os vislumbro e o tesão vem mais dos olhos que da boca. Empinados, firmes, irretocáveis e ornados com dois biquinhos rosados que nos fazem salivar de desejo. Eu os chupo com a vontade de quem pretende devorar a perfeição.

Ela reage e deixa de se submeter, vem por cima de mim e inverte nossas posições, me ataca num boquete faminto, não faço menção de resistir. Ela me abocanha com leveza, geme enquanto me engole, diz que quer meu leite e eu me deixo levar pelo vácuo do pensamento, pelo absoluto domínio do prazer.

Ela monta sobre o meu membro e cavalga num ritmo rápido, violento. Eu seguro os seus seios, pressiono os biquinhos, ela geme sem parar.

Não querendo cansá-la, eu a coloco de quatro, ela se inclina como um tobogã, pronta pra me receber. Eu penetro forte, entusiasmado por aquelas curvas e pela visão daquele corpo jovem e delicioso. Ela diz que vai gozar e parece gozar de verdade. Eu me entrego e deixo fluir dentro dela, um orgasmo intenso e longo. Ela ainda se vira e me beija na boca, antes que eu desabasse mortificado sobre o lençol.

Já no meu carro, dirigindo pela reta interminável que é a Presidente Vargas, fico incomodado com o silêncio dominante. Aleatoriamente, insiro um CD no aparelho e uma batida forte envolve tudo: Crystal, do New Order.

Sinto como se eu voasse pelo asfalto. O Lobo dormente dentro de mim, recém-saciado pela carne de uma jovem mulher, começa a se reavivar. A música é nossa anfetamina!

A madrugada, a solidão, o vôo sobre o asfalto, a música, o desejo que sempre ressuscita... Tudo me fazia deixar de ser um simples Homem, sou um herói de mim mesmo, um predador. Não sou mais eu, sou o Lobo do Homem!...

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Boite Subsolo

Mensagempor Piupiu » 31/10/2008 13:38:21

DANIELE-SUBSOLO

O td ocorreu hoje, dia 31 de outubro.Altas horas na Sub, vejo uma pequena entrar na casa que já frequento há tempos.Ela trabalha na Aquarius e completa sua jornada na Subway.Tem 23 anos, e a Aquarius é a sua primeira casa, segundo informou; é minhon, uma índia de lindos olhos claros, cabelos encaracolados e voz rouca alucinante.Ela entra, procura um lugar na boate e é logo assediada, enquanto eu me finjo de morto.Passado uma hora, faço sinal, e ela vem.Nos falamos rapidamente e acertamos 100 pela hora; tudo bem, direto pro S.B, hotelzinho que tá cobrando abusados 45 reais por qualquer período e não dá conta nem da limpeza...
No ringue, ela toma um banho a porta fechada e se veste; é meu o prazer de tirar aquele sutiazinho delicado, ver seus seios de bico em pé e arriar aquela calça apertada, pra ver surgir seu bumbum lisinho.Sua voz confessa o prazer que sente ao me ver percorrer com beijos seu corpinho.Embora ela evite o beijo na boca e não seja amante do sexo oral, adora que faça nela ; egoísta, hi,hi,hi!
Que boceta cheirosa e bem feitinha...Cavalinho é a sua primeira posição; depois, de quatro...É incrível como ela se encaixa no meu Animal, que pulsa de tesão.Quero mais: ponho-a de lado e , bem devagar-ela gosta disso, meto fundo.
Hora do cu, e surge o problema: o anal é à parte; digo para ficar à vontade;ela vem e me dá, entre caras e bocas de tesão.Tudo é mágico naquela gata, que sabe usar a língua no meu peito e me faz jorrar.Muito bom...
Levo-a de volta à boate e depois ao seu ponto.Nos despedimos, e tomo o meu rumo.Acho que ela merece um repeteco, pois não ficou regulando tempo, nem me pedindo pra gozar.Será que tem segunda vez?
Piupiu
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RAQUEL-SUBSOLO

Mensagempor Piupiu » 11/12/2008 22:16:56

O encontro ocorreu hoje, ás duas da matina.Entro na boate antes da meia-noite e aguardo algumas ilustres chegarem.Minha amiga Fernanda está linda como sempre( qq hora dessas pinta um td com ela, rsrs)
Chega a furaca da Raquel: vinte e poucos anos,veterana, morena, usando lente de contato azul e meseduzindo com uma calça branca justa e uma frente única.Vou até o banheiro, passo por ela, que me segue.Dou -lhe um sarro ali mesmo no corredor do sanitário: pronto, "tô a fim", ela entendeu.Peço a conta e vamos embora.O céu está claro, e a noite, quente.
Chegamos ao Gallery, ela pede um banho-Como-a no chuveiro mesmo-.Ela se agacha pra chupar meu Canarinho.Do outro lado do box, meto-lhe de novo, e de novo, na porta do chuveiro.Na cama, chupo-lhe a boceta, e ela vem por cima e de costas; cavalga, cavalga, cavalga...Meto de lado, na frente, e depois atrás-Raquel tá toda melada-.
Ninguém pára por ali; tô num frenesi tão grande que nem percebo o cansaço da Raquel, que não me nega fogo: de lado, no cu, de quatro, de PPMM... pqp!
Acabo exaurido, às quatro da madruga, gozando em sua barriga.Raquel , a essa altura, já se esconde de mim, quer saber que "bolinha" eu tomei(tô DANADO!)
Deixo cem pratas na bolsa da perva, pago setenta do hotel, despeço-me e chamo um táxi.
Não sei como consegui relatar esse td; tô até agora com o peso do cansaço(Será que ela também?)LOL
Piupiu
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Re: BOATE SUBWAY

Mensagempor DANTE » 20/05/2009 14:24:20

Este post é mais do que um TD, é uma homenagem, um tributo a um grande personagem que surgiu nos fóruns não faz muito tempo e conquistou os Bons com seu carisma e sua capacidade ilimitada de ser amigo. Esta aventura eu dedico ao mitológico Almirante Fred Farias.


Saímos do Mug Bug de Copacabana já beirando a madrugada, nos despedimos das meninas que aniversariavam e de quem mais valesse a pena. Eu ia trôpego pelas muitas doses de guaraná que bebi receando a Lei Seca que anda pelas ruas, o parceiro Fred Farias ao meu lado. Juntos, iniciamos a procura pelo Sucatão, eu não lembrava bem onde o havia estacionado, a falta de álcool me deixa bêbado.

Finalmente, encontramos o fiel companheiro de tantas lutas, lá estava ele, sereno e pronto para a nova batalha: o bom e velho Sucatão.

Nesta noite eu seria um mero timoneiro, eu tinha um Almirante sentado no banco do carona.

Ligo o motor, acelero para despertar o uivo indomado do motor, engato a ré, manobro e começamos a navegar à margem do oceano que banha Copacabana. Nosso destino era a boate Subway, íamos em busca do Reino das Amazonas, a Praça Mauá.

Ligo o CD e a balada empolgante do U2 com B.B. King faz tremer a cabine: When Love Comes To Town

http://www.youtube.com/watch?v=38_dBew9YT0&feature=related

Acredite, Forista sem Fé, a partir de agora qualquer aventura é possível!...

Cortando o Aterro, vemos surgir as primeiras torres que contornam o Cais do Porto. Você, descrente, cético que não consegue ver a mágica do underground, a você não é permitido passagem para o universo em que iremos penetrar. Só vivem grandes aventuras os que enxergam além do concreto.

Estaciono o carro na Rio Branco, em frente a Subway. Assim que entramos na boate é impossível não perceber que não estou ao lado de um mero Forista, estou acompanhado de uma celebridade. Fred Farias é logo cercado de várias meninas eufóricas com sua presença, beijos, apresentações, mulheres bonitas, estou ao lado do legítimo “Barão da Mauá”.

Circulamos no ambiente e me deparo com outro ser de grandeza ímpar, sentado sozinho numa das mesas do recinto, o mitológico, primeiro e único forista codificado, o “X7”.

Boa conversa, boa bebida e percebo uma divindade chamada Samantha, linda, seios quase expostos num decote que suspende nossa respiração. Eu a abordei, o cachê de R$ 100,00 me deixou tentado, mas terminei optando por uma pendência antiga que eu tinha na casa: Ana Paula.

Ana Paula é uma mulata gaúcha, nem sempre está presente, é bonita, graúda e bem articulada na conversa. Bastaram poucos minutos de papo para que eu decidisse subir as escadarias do Hotel São Bento, do outro lado da rua. O cachê seria de R$ 80,00.

Como a vida não é feita só de flores... Notei que a menina estava tensa, evitando determinados toques. Meio de saco cheio, perguntei o que estava acontecendo e ela me confessa estar menstruada. Foi um choque! Cheguei a pensar em dispensá-la, mas também percebi que a garota estava desesperada por dinheiro. Propus que ela me fizesse um boquete até o final, sem tirar a boca. Ela topou!

Meus colegas, fui obrigado a relevar o “golpe”, pois recebi um dos melhores boquetes de toda a minha existência de Putanheiro. Creio que gozei até a alma e a menina aparou tudo na boquinha. Sensacional!

Conversamos mais um pouco antes de nos despedirmos, deixei até uma caixinha para demonstrar minha satisfação e rumei para a boate na intenção de me despedir do Fred.

Chegando na pista encontro o Almirante cercado de duas beldades, não podia ser diferente. Nos despedimos prometendo repeteco na visita.

Entro no Sucatão, aciono o motor, escuto o brado corajoso de quem vai invadir o asfalto, respiro o ar salgado de maresia, acelero e não consigo evitar o pensamento: a partir de agora, qualquer aventura é possível!...
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Re: BOATE SUBWAY

Mensagempor DANTE » 26/06/2009 22:53:50

Aos Obtusos, deixo um aviso: não queriam ler muito além dos primeiros parágrafos deste relato, pois as linhas que prosseguem por esta página surtirão efeito apenas nos que têm fé.

Lembro-me de um episódio do final da minha adolescência, sentado diante da imensa tela do Cinema Carioca, na Tijuca, esperando para assistir o primeiro filme de Indiana Jones. À medida que a película foi se desenrolando, tive a certeza que minha vida precisava passar longe do tédio. Foi numa cadeira do Cine Carioca que decidi me equilibrar no fio da navalha, fugir da mesmice. Nunca freqüentei regularmente lugar algum, fugi da prisão que me prendesse a uma mesma mulher, evitei ter filhos, odeio ter chefes e amo fanaticamente a liberdade.

Não há mistérios sob a luz do Sol, mas à noite... É quando anoitece que o mundo revela seu fascínio, tudo muda de cor, é quando algumas mulheres trocam de nome, é quando despertam os libertinos, é quando as luzes de neon iluminam o mar negro do asfalto, é quando me torno Dante. À noite não sou Professor, sou um aprendiz conduzindo um táxi pelas veias da cidade.

Visto a pele que me faz lobo, entro na pequena cabine, encaixo a chave na ignição, aciono o motor, escuto um grito furioso ao pisar o acelerador, soa como acordes de uma guitarra estridente, num solo que faz vibrar o sangue. A porta da garagem se abre e nos lançamos, eu e o Sucatão, dentro do oceano de brilhos e sombras que cortam a cidade estrelada.

Aos Obtusos, ofereço um conselho, parem a leitura por aqui! Somente os que acreditam podem saborear as descobertas da Noite, só os verdadeiros boêmios são capazes de enxergar na escuridão.

Alguns supõem que crio fantasias, que enfeito o pavão, que invento personagens, que sou um contador de histórias. Não, não sou nada disso. Eu vivo na hora em que você dorme, sonho enquanto você tem pesadelos, caminho pelos becos escuros, exploro os subterrâneos libidinosos, beijo as mulheres das esquinas, me apaixono pelas Putas da Zona. Sou livre!

Afeiçoado Obtuso, aceite o alerta, não passe da fronteira desta linha, é daqui para adiante que começa a aventura, o risco de viver.

Ligo o rádio e o som que brota das caixas inunda meus ouvidos e embala a adrenalina.

http://www.youtube.com/watch?v=Po1TsgvOoOY

Acredite, Forista sem fé, a Noite é repleta de segredos, surpresas, sussurros e mulheres sem rumo.

Quase meia-noite, uma brisa fria e perfumada pela maresia cruzava a Praça Mauá naquela quinta-feira. Primeiro fiz a introdução na Flórida, prefiro entrar na Subsolo após o início da madrugada. Bebi meus chopes, observei as poucas novidades e retornei para o ar gelado da Rua do Acre.

São poucos passos até chegar na entrada da Subway, cumprimento o porteiro mercenário, entro pelo curto corredor, desço alguns lances de escada e me embrenho pelo porão da promiscuidade. O lugar é pequeno, cercado de mesas que rodeiam uma minúscula pista de dança, algumas garotas perambulavam perdidas, vampiras farejando o odor da caça.

Música, fumaça de cigarros, álcool, prostitutas, garçons com ares de malandros, todas essas peças completam o Cabaré que conhecemos como Subsolo.

Fiquei encostado num canto qualquer, foi quando a vi entrar: Babalú!

Mulata alta, de porte graúdo, cabelos compridos que escorriam em ondas de cachos dourados pelas suas costas, quase alcançando o quadril. Os olhos da morena tinham aquele tom indomado, de formato repuxado, olhos de felina, olhar de predadora. Surgiu num vestido curto, colado nas curvas tonteantes do seu corpo. Babalú é como o desenho de um tobogã, é composta por traços sinuosos que descrevem seios e bumbum provocantes, hipnotizantes.

Não perdi tempo, avancei para abordá-la, ela não é o tipo que duraria muito no salão.

Ela encostou o corpo bem junto do meu, aproximou os lábios quase num beijo, rebolava levemente enquanto explanava sobre suas qualidades de amante. A sensualidade dela é como lava de vulcão, nos carboniza em poucos segundos. Ela me diz que está chapada de tequila e cheia de tesão...

Acertamos um encontro por R$ 80,00 e saímos em direção ao Hotel São Bento...

Pago adiantado os R$ 25,00 do quarto, o que me daria direito de explorar toda a geografia da mulata gg por uma hora sem interrupções.

Dentro do quarto, ela tira a roupa e revela que não é uma simples mulher, é uma montanha sexual, uma miragem erótica, uma sereia que canta, encanta e devora quem navega em seus domínios.

Começamos a nos beijar e ela desce pelo meu tronco e me abocanha numa chupada gulosa. Volta por cima de mim e me oferece seus seios, lindos, suculentos. Fica de quatro, se empina e me faz o convite.

- Quero você na minha bundinha.

Que bunda! Bunda de revista! Bunda para manchete! Bunda indefectível!

Não sou um viciado em anal, encontro prazer sem ter que exigir esta modalidade de coito, mas a forma como ela ofereceu, o jeito que se empinou, meu coração palpitou mais forte, o ar ficou rarefeito, minha respiração ofegou.

Comecei penetrando devagar, ela gemia, abria com as mãos as duas bandas das nádegas, lançava seus cabelos cacheados para trás, desejava que os puxasse. Meti numa cadência lenta, fui aumentando o ritmo, ela gritava, curvava ainda mais as costas, lançando a bunda em direção ao céu e ao meu deleite.

Gozei com um dos melhores anais que uma fêmea já me proporcionou, ejaculei parte da minha alma.Gozar com a Babalú é saltar em queda livre de um terraço e com olhos vendados.

Recuperamos o fôlego e nos vestimos. Fiquei observando enquanto me entregava a filosofices. Babalú é dessas mulatas cuja presença afronta, é tão perfeita e deliciosa que ofende, é daquelas mulheres que quando andam na rua deviam pedir desculpas. Sua opulência de carnes é grosseria, sua suntuosidade sexy é falta de educação.

Percorro a Rio Branco e desemboco na Rua do Acre adormecida, embebida numa paz sepulcral. A decadência é linda em lugares antigos, a Mauá decrépita possui um charme quase irresistível. Encostado a uma sarjeta, lá estava ele: fiel, amigo, parceiro, o meu Sucatão.

Giro a ignição, acelero, os pneus giram e me levam para algum lugar que não sei onde, para os braços não sei de quem, para prazeres imensuráveis.

O melhor da vida é a incerteza, o melhor de viver é o inesperado. Mas é à noite que ganho outro nome, sob o céu escuro me chamo Dante.
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Re: BOATE SUBWAY

Mensagempor ASTURIAS » 18/07/2009 14:04:47

Ontem fui conhecer a tão falada Subway. Para começo de conversa que preços são aqueles? Cobram R$7 por um Chopp sem gás nenhum que parece um guaraná em um copo pequeno e R$6 por um refrigerante. Ainda lhe servem umas pipocas salgadas demais para lhe dar mais sede e você beber ainda mais, enfim, há todo um esquema com a bebida.

Com relação as GP's conforme o DANTE falou ontem foi uma noite fraca e com poucas opções apesar de ele ter conseguido pescar uma GP bem gostosa. Ví uma GP's velhas que se camuflavam na escuridão da boate. Nada me apeteceu além dos valores que elas cobravam que girava em torno de R$70 a R$80 por um período de 1h.

Voltarei a Sub a espera de dias mais inspirados.
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BOATE SUBWAY

Mensagempor Ehcurca » 18/07/2009 18:37:06

Também estive ontem na Subway com o confrade Asturias, meu relato da noite se encontra, no decorrer desse post.

Passamos na VM para um tour só que acabou sendo infrutífero, resolvemos seguir a dica do Dante e partir para Subway, nesse momento nos separamos do GatoZ.Sul e do seu amigo não forista que resolveram ficar na VM.

Seguimos para Subway e no caminho na Av. Pres. Vargas, rolou o momento FastAndFurious todos os carros emparelhados, fechando a Avenida, parecia um racha ::mau:: sinistro, antes de chegar na Subway vimos um cena lastimável em uma das ruas do centro duas goiabadas de mãos dadas, quer dizer dois bambis que cena lamentável.

Antes de chegarmos o Asturias foi avisado por celular pelo Dante que o mesmo estaria na Boate Flórida porque a Subway estava meio fraca, mas que voltaria para lá quando chegássemos, então paramos em frente a Boate para aguardar o Confrade Dante.

Na Padaria ao lado da Flórida tinha uma pequena concentração de GP's e também havia alguns gringos.

O Dante saiu e partimos para Subway, o que me surprendeu foi que a Boate parecia um clube privado algo que poucas pessoas conhecem o que não é verdade.

Mas o lugar me passou essa impressão, antes de entrar fomos prevenidos pelo confrade Manitiba que como não se cobra nada para entrar os garçons ficam sufocando os clientes oferecendo chopp! chopp! chopp! chopp! ::chopp:: a cada cinco segundos, mas que a pipoca servida valia a pena ainda mais que era de graça.

Vale se destacar que, quando fui abordado pelo garçom que me perguntou se eu iria querer alguma coisa, eu respondi que no momento não, aí ele retrucou, tem que consumi !!, tem que consumi !!! hilário.

A Subway não estava cheio, mas o Dante falou que com o decorrer da noite poderia melhorar, tinha algumas GP's Tdzáveis para o meu gosto, mas meu bolso no momento só estava valendo um TD na VM, fiquei mais um tempo lá, fiz uma entrevista rápida com uma loira que o Dante me apresentou e ela disse que cobrava R$ 70,00 por uma hora, preço justo.

Ao passar das horas o AP'szs se despediu e disse que voltaria para VM, o relógio já mostrava duas da manhã, não demorou muito o Dante arrastou uma mulata que tinha um bunda show de bola, ele disse que já a conhecia e iria fazer um repeteco, então eu, Asturias e Manitiba resolvemos ir embora.
Sempre a procura da próxima suruba.

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Alessandra - Boate Subsolo - Centro

Mensagempor DANTE » 10/06/2010 12:52:50

Após deixar o harém de Bonsucesso, numa blitz que fiz na Rio's, resolvi tomar a direção do Centro e estacionei na porta da Subway. Antes de pisar as escadas que descem às acomodações do inferninho, me deparo com uma mulata graúda, coxuda, dessas que você sente vontade de apalpar para ver se está madura. Resisti a visão e cumpri o destino de entrar na Boate.

Confesso, colega Forista, por um instante pensei ter me enganado de escada, quase acreditei que havia entrado na sala de velório de alguma funerária. A melancolia era a brisa que corria pelos corações sentados e estáticos em torno da pista do bordel. Porém, o semblante de abutre de um dos garçons me indicou que eu estava na Sub.

Fiquei na paquera por algum tempo, até que a mulata graúda que vi na porta desfilou à minha frente. Chamei-a, me apresentei, ela se apresentou e atravessamos de mãos dadas a Rio Branco para conhecermos o Hotel São Bento.

Alessandra, mulata GG, cabelos cacheados, não ultrapassa 1.65m, olhos negros de jabuticaba, boca carnuda, coxas grossas e torneadas, bundão tobogã e sorriso de safada. O combinado foi uma doação de R$ 80,00 para o seu fundo, que é completo. Além disso, também doei R$ 25,00 para incentivar as reformas do São Bento.

Beijo com molho de saliva; roçadas perigosas, onde o pau desencapado corria risco de curto com a boceta elétrica. A Alessandra mostrou seu talento num boquete dedicado e profundo, em que provou seu empenho engasgando com o membro por duas vezes. Cavalgada com fundo musical de gemidos e gritinhos. Fica de quatro e me oferece o seu altar, um cu fechadinho e faminto. A visão me comoveu, mas optei em penetrar na chaninha úmida e quente.

Ela se empina ao ponto de quebrar a coluna cervical, eu me apoio e mergulho num vertiginoso rapel sexual. Morte súbita.

Conversamos um pouco enquanto nos vestíamos e confirmei a simpatia da menina.

Volto ao Sucatão e retornamos à Tijuca, onde nos aguardava o sono profundo
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Carla - Boate Subsolo - Centro

Mensagempor DANTE » 13/06/2010 14:33:22

Existem datas que formam pequenas ilhas habitadas onde um misantropo se permite visitar, o próprio aniversário é uma delas.

Quando me vejo cercado de um bom punhado de amigos, todos felizes, bebendo e comemorando à minha saúde, penso que talvez tenha sido bom não agir como ovelha de rebanho, é possível que tenha sido positivo legitimar minhas opiniões e dar voz ao que era marginalizado. Sim, descrente, ser autêntico pode trazer contra você horda de Zumbis revoltados. Porém, não tema, à sua frente irá erguer-se uma trincheira intransponível de amigos solidários com a sua verdade.

A madrugada já havia lançado o seu manto quando decidimos marchar para a Subway, o ar era frio e as ruas solitárias. Nossa algazarra ecoava nas paredes centenárias dos prédios mais antigos que beiram a Praça Mauá. As tantas doses de Red Label tinham amortecido os meus sentidos e acentuado o meu entusiasmo. Todos os caminhos só nos levariam a um destino: luxúria.

Quando dei por mim, havia sobrado somente eu e o camarada Fred. Estávamos os dois sentados, naquela condição precária de quem abraça a implacável bebedeira. Bastou mais uma piscada para que nos víssemos saindo na companhia de duas mariposas da boate, Alessandra e Carla.

Perdi o Fred de vista, combinei a doação de R$ 80,00 para a menina e me tranquei num dos quartos do primeiro andar do Hotel São Bento. Os efeitos secundários do uísque me deixavam cada vez mais entorpecido, tomei um banho frio e voltei trêmulo para a cama. A Carla, minha companhia, entra no banheiro avisando que também faria o seu asseio. Eu aguardo o seu retorno, lutando contra o peso sedutor das minhas pálpebras.

Nunca pensei que o desejo de trepar pudesse render uma cena digna de merecer a direção de Alfred Hitchcock.

Carla sai do toalete totalmente nua, portando uma faca imensa na mão direita e uma laranja robusta na mão esquerda. Ela me olha com um tom de compaixão, provavelmente, devido ao meu estado etílico e ergue o facão...

- Servido, Nen? – É a pergunta que ouço antes que ela lançasse a primeira punhalada ávida contra a pobre laranja.

Não sei se era um sintoma do excesso de malte escocês em meu sangue ou todo o clima noir que pairava no Hotel, mas juro que cheguei a ouvir os acordes de Psicose.

http://www.youtube.com/watch?v=o_XfUxXD ... re=related

Então, a garota precipitou-se sobre o meu corpo diante dos meus olhos esbugalhados e saltados na órbita do pavor. Com a peixeira de um lado e a laranja de outro, iniciou um boquete em clima de suspense.

Confesso, Forista sem Fé, o estresse causado pela inusitada situação somado ao efeito anestésico do álcool me fez apagar. Antes de entrar no estado de absoluta sonolência, ainda pude decifrar um resmungo da guria afirmando que eu não gozaria naquele estado.

Acordei com tapinhas leves da Carla sugerindo que fôssemos embora. Aceitei prontamente, me recompus e saímos.

Tive a infeliz ideia de andar um pouco, para tentar diluir a zonzeira alcoólica. Caminhei léguas pela aridez gelada da Presidente Vargas até surgir um táxi que me resgatou. Dentro da cabine de um velho Fiesta, a voz de Caetano Veloso vazava pelas caixas de som e sentenciava numa melodia suave que cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

http://www.youtube.com/watch?v=0QJy0iPEEPw

Uma leve euforia me invadiu e fechei os olhos, feliz por sempre ter sido fiel ao que sou.

Adormeci pelo resto do caminho.
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